O Melhor do Meu Dia - 26/07/2014

6.8.14
O dia foi de casamento e duplo batizado. 

Tudo marcado, combinado e apostos, mas não começou bem. 

O Francisco a dizer que está cansado é sinal de alerta (esta foi a segunda vez e da primeira tivemos direito a duplo traumatismo craniano). Desta vez foi gastroenterite. 

Depois de devidamente diagnosticado e medicado, teve que ficar em casa. A avó ganhou um Dia dos Avós exclusivo e nós lá fomos de coração apertadinho.

O melhor do dia foi o que se segue:


Oh mããããeeeeee!


Olá Miguel!

Avô babado, no Dia dos Avós



Primeira pintura facial

Tão feliz!


Miminhos

A nossa contribuição para a decoração das mesas


Saudades...

6.8.14
Francisco: - Mãe, a minha caminha tem muitas saudades nossas... A nossa casa toooooda, tem muitas saudades nossas!


Nas Férias, Também Estamos Por Aqui

6.8.14
As férias, neste momento e na fase em que os filhotes estão, são tempo de ainda menos tempo.

Há muitas atividades, muitas coisas para contar, mas o tempo é para estar, e isso não deixa muita margem para tudo o que aqui gostaríamos de partilhar.

Enquanto não voltamos ao nosso ritmo habitual, siga-nos mais de perto aqui.



Condimentos Fantásticos

5.8.14
Hoje ao jantar, ao ver-me polvilhar os tortellinis com orégão, o Francisco disse ao Afonso:

- Vês Afonso..., algas! 

E quando encontrou uma folha de louro no seu prato:

- Olha! A folha de ouro!

Com condimentos destes não é difícil fazer comidinha deliciosa ;)


Banho Diversão

4.8.14
Hoje, enquanto eu vestia o Francisco depois de lhe dar banho, o pai tentava dar um duche ao Afonso.
O Afonso não gosta do chuveiro e estava a fazer birra. Eu disse, em direção à casa de banho:

 - Não vale a pena insistir, dá-lhe banho de imersão.

Francisco (com cara de caso): - Banho diversão??? Eu também quero banho diversão!


Conta-me Histórias - As Regras do Verão

1.8.14

As Regras do Verão, Shaun Tan, Kalandraka



“Foi isto que aprendi no Verão passado: Nunca deixes uma meia vermelha pendurada na corda da roupa. Nunca pises um caracol.”
Shaun Tan apresenta-nos neste novo livro uma sucessão de fascinantes quadros surrealistas, em que acompanhamos as brincadeiras dos dois pequenos protagonistas, mas também as suas emoções ao depararem com as consequências de quebrar (voluntária ou involuntariamente) cada uma das regras do Verão.



Consequências imaginadas, mas também reais porque temidas, ou simplesmente inventadas… Ainda não sabemos. Porque aqui a razão é desacreditada, ou remetida para segundo plano, e deixada a nosso cargo para podermos (se assim entendermos), plenos de liberdade criativa, criar para o mistério um sentido, uma história, quem sabe uma grande lição…


E não é assim que todas as regras nos são anunciadas? Numa enumeração aparentemente aleatória, lançando-nos o derradeiro desafio; “Nunca perguntes o porquê.” Será que conseguimos?
Para pôr à prova por pequenos e por grandes, até ao fim do Verão.

(Sugestão de leitura em colaboração com a Livraria Cabeçudos) 

Monstro Terrível

1.8.14
Hora da sesta,

o pai está a tentar adormecê-los e eu ouço, vindo do quarto, o seguinte discurso:

Francisco: - Olha Afonso, é um monstro terrível!!!

Afonso: - Monsto terríveu?! Não é monsto terríveu! É o pai!


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