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Conta-me Histórias - Há Dias Em Que...

27.9.14
   Há dias em que… Heinz Janisch e Helga Bansch
Livros Horizonte

Há dias em que…  é um desafio à imaginação que com singeleza e humor nos leva pelas diferentes paisagens dos dias que se sucedem.
As ilustrações de Helga Bansch fazem da realidade um ponto de salto para o sonho. Pintam o quotidiano à luz da emoção, com  as suas luminosidades e os seus recantos mais profundo; as suas alegrias e as suas esperanças. Dias de pernas para o ar, mas também dias de possibilidades infinitas…




Afinal, há dias em que andamos nas nuvens, outros em que todos parecemos andar virados do avesso, mas podemos sempre contar com novos dias, por inventar.

(Sugestão de leitura em colaboração com a Livraria Cabeçudos) 

Conta-me Histórias - A Fuga da Ervilha

19.9.14

A fuga da ervilha, Pedro Seromenho e Patrícia Figueiredo, Paleta de Letras


Pea é a protagonista desta história, uma ervilha aventureira que há muito vivia esquecida num canto da cozinha da avó. Até que um dia ela se decide a saltar para a mesa, e daí até à boca do menino mais distraído que lá estava, foi um passo.
E assim se inicia a maravilha da ervilha.



A fuga da ervilha é uma viagem divertida pelo aparelho digestivo, um livro que de forma muito original dá a conhecer aos mais pequenos todas as etapas dessa misteriosa aventura que é a digestão.

(Sugestão de leitura em colaboração com a Livraria Cabeçudos) 

Conta-me Histórias - Eu

5.9.14


“Eu”, Philip Waechter, Gatafunho

Esta semana sugerimos uma leitura para miúdos e graúdos.
Em breves frases e ilustrações surpreendentes de Philip Waechter, “Eu” apresenta-nos um urso muito viajado, independente e confiante, e que nos revela como enfrenta sozinho os mais temerários desafios. 
Mas por vezes até o urso mais alegre e destemido se sente perdido. É então que, decidido, ele parte ao encontro alguém especial...



Um pequenino livro sobre o imenso valor da amizade, que foi considerado pela Fundação do Livro de Arte um dos mais belos livros publicados na Alemanha.

(Sugestão de leitura em colaboração com a Livraria Cabeçudos) 

Conta-me Histórias - Esqueci-me Como Se Chama

29.8.14

Esqueci-me como se chama, Daniil Harms, Ilust Gonçalo Viana, Bruaá Editora


Daniil Harms nasceu em S. Petersburgo, em 1905. Foi impedido de publicar devido ao desafio que os seus textos sempre lançaram aos moldes da produção literária, mas esta colectânea de 10 histórias veio a ser recuperada, trazendo assim até nós a obra de uma das vozes mais originais da literatura russa do séc. XX.
Nas ilustrações de Gonçalo Viana, o absurdo e o humor muitas vezes subversivo dos textos ganha expressividade, convidando-nos a mergulhar no mundo da fantasia e da brincadeira.


E são muitas as histórias que a Bruaá apresenta neste livro: a do ouriço corajoso que gritava como todos os ouriços gritam (ninguém sabe muito bem como), a do Kolka Pânkin que foi ao Brasil e a do Petro Erchov que não acreditava em nada e, claro, a da galinha que quase teve direito a uma história só dela, não fosse o autor ter-se esquecido como chamá-la.



(Sugestão de leitura em colaboração com a Livraria Cabeçudos) 

Conta-me Histórias - A Princesa e a Porquinha

16.8.14


“A Princesa e a Porquinha” é um livro para verdadeiros conhecedores dos contos de fadas. E, como apreciadores deste género de história, sabemos que o que acontece nos livros é, muitas vezes, obra das fadas, ou de outras criaturas mágicas semelhantes. E todos nós já conhecemos algum dragão fumegante ou um príncipe encantado que salva uma princesa em apuros nalgum conto perdido.
Mas… será que uma porquinha poderia ocupar o lugar da princesa no palácio real? É o que vamos descobrir neste livro de Jonathan Emmett e Poly Bernatene, editado pela Livros Horizonte.
A história começa com um pobre lavrador que encontra uma linda porquinha cor-de-rosa e a leva para sua casa. Decide chamar-lhe Priscila. (Até aqui tudo bem.)  Ao mesmo tempo, no Palácio Real, nascia uma linda princesa, a quem a Rainha decide chamar Priscila.  A verdade é que, por um extraordinário acaso, as duas acabaram trocadas.  E o que é as personagens deste conto logo pensaram?
 “-Foi um fada que fez isto. É o tipo de coisa que está sempre a acontecer nos livros.”



E vale a pena descobrir o que realmente aconteceu nesta história invulgar que, com mais ou menos encantamentos, será sempre muito divertida.

(Sugestão de leitura em colaboração com a Livraria Cabeçudos) 

Conta-me Histórias - O Ponto

8.8.14
O Ponto, Peter H. Reynolds, Bruaá Editora


A aula de desenho tinha terminado, mas a Vera continuava colada à cadeira. A sua folha estava vazia.” É que a Vera não sabia desenhar. E quando desafiada pela professora de desenho a começar por uma marca qualquer, o resultado foi um valente ponto cravado a marcador, mesmo em cheio na folha em branco: “Pronto! Aí tem!”
Mas o que a Vera não esperava era que a professora ficasse tão interessada naquele ponto tão contrariado, quase enraivecido. E ainda menos esperava que depois de o observar atentamente, ela lhe pedisse: “Agora, assina.”


E quando, na manhã seguinte, encontrou o seu ponto emoldurado por cima da secretária da professora, a Vera ficou tão surpreendida e orgulhosa do que tinha feito, que deitou mãos à obra: pintou pontos e mais pontos, de todas cores e de vários tamanhos. E não é que os seus pontos foram admirados por todos numa bela exposição?


O Ponto é a simplicidade em si mesma, que num formato singelo nos fala da liberdade da criação artística; da importância dos professores no incentivo e na valorização individual; e da diferença que estes podem fazer enquanto mentores, convidando-nos a explorar a nossa criatividade e a confiar que até um início aparentemente simples se pode tornar numa grande aptidão. A ilustração consiste de pequenos quadros que surgem como pontos no centro da folha banca, coloridos e ternos, plenos de leveza e expressividade.
Um livro para sonhadores e artistas de todas as idades.

(Sugestão de leitura em colaboração com a Livraria Cabeçudos) 

Conta-me Histórias - As Regras do Verão

1.8.14

As Regras do Verão, Shaun Tan, Kalandraka



“Foi isto que aprendi no Verão passado: Nunca deixes uma meia vermelha pendurada na corda da roupa. Nunca pises um caracol.”
Shaun Tan apresenta-nos neste novo livro uma sucessão de fascinantes quadros surrealistas, em que acompanhamos as brincadeiras dos dois pequenos protagonistas, mas também as suas emoções ao depararem com as consequências de quebrar (voluntária ou involuntariamente) cada uma das regras do Verão.



Consequências imaginadas, mas também reais porque temidas, ou simplesmente inventadas… Ainda não sabemos. Porque aqui a razão é desacreditada, ou remetida para segundo plano, e deixada a nosso cargo para podermos (se assim entendermos), plenos de liberdade criativa, criar para o mistério um sentido, uma história, quem sabe uma grande lição…


E não é assim que todas as regras nos são anunciadas? Numa enumeração aparentemente aleatória, lançando-nos o derradeiro desafio; “Nunca perguntes o porquê.” Será que conseguimos?
Para pôr à prova por pequenos e por grandes, até ao fim do Verão.

(Sugestão de leitura em colaboração com a Livraria Cabeçudos) 

Conta-me Histórias - Obax

25.7.14



A cada novo dia, Obax percorre a savana africana em viagens muito especiais onde a protagonista é a sua imaginação. Sozinha, ela já tem enfrentado feras, falado com girafas e até corrido com antílopes!
Mas o seu passatempo preferido é contar as histórias que sempre resultam destas aventuras destemidas. E algumas histórias são tão magníficas que é difícil acreditar que tenham realmente acontecido, pois mais parecem pertencer ao reino dos sonhos.
Obax decide partir numa longa viagem para tentar provar que as suas proezas são mesmo verdadeiras.



Com texto e ilustração de André Neves, este livro da Paleta de Letras leva-nos ao coração do continente africano, e à essência do sonho e da imaginação.

Será que os sonhos se podem tornar realidade? 

(Sugestão de leitura em colaboração com a Livraria Cabeçudos) 

Conta-me Histórias - A Maior Casa do Mundo

18.7.14

A maior casa do mundo, Leo Lionni, Kalandraka


Este conto da Kalandraka dá-nos a conhecer um pequeno caracol que sonhava um dia ter uma casa muito grande, a maior casa do mundo. Mas o seu pai, o caracol mais sensato de toda a couve, aconselha-o: ”Mantém a tua casa leve e fácil de transportar.” E decide contar-lhe uma história: a história do caracolinho que queria ter a maior casa do mundo.


E assim se inicia a viagem desta personagem que, desobedecendo ao pai, descobriu como aumentar o tamanho da sua casa até esta se tornar linda e vistosa como uma catedral mas… tão pesada que era impossível movê-la. Será que o pequeno caracol irá aprender a lição?


Leo Lionni escreveu e ilustrou esta breve fábula sobre a simplicidade.

(Sugestão de leitura em colaboração com a Livraria Cabeçudos) 


Conta-me Histórias - Estranhóides

11.7.14

Estranhóides, Eva Montanari, Livros Horizonte


É importante fazer amigos quando se muda para um prédio novo, mas será que espreitar pelo buraco da fechadura será a melhor maneira de conhecer os vizinhos?
É o que nos desafia a descobrir o pequeno protagonista desta história, a quem os outros moradores do prédio parecem criaturas muito bizarras: há a menina dos muitos pares de óculos e a dos olhos de lua, o Bocacosida, a D. Chaleira, o Avô Bigodes e até o senhor do nariz que mede tudo. E, vistos através da fechadura, os seus hábitos são verdadeiramente estranhos…
Até que um dia ele decide conhecê-los melhor…




Eva Montanari escreveu e ilustrou este conto, que com sensibilidade nos conduz pelo encanto da ilusão das perspectivas estreitas, plena de distorções imaginadas e primeiras impressões, mas também de achados bem impressionantes.
E tal como a história que nos conta, este livro é como um vizinho insuspeito que ao ser descoberto se revela uma fantástica surpresa. 

(Sugestão de leitura em colaboração com a Livraria Cabeçudos) 


Conta-me Histórias - O Rapaz que Tinha Medo

4.7.14

O Rapaz que Tinha Medo


Esta é a história de um rapaz que tinha medo. Medo de protestar se alguém tentasse passar à sua frente numa fila, medo que se rissem dele se saísse à rua com as suas calças às flores, medo de todos os barulhos estranhos, não fossem pertencer a um fantasma escondido debaixo da cama.
Ansiando ser mais corajoso, o rapaz procurou ajuda nas Páginas Amarelas, onde encontrou o número de telefone da Árvore Mágica, uma especialista em ajudar rapazes com medo, que lhe concedeu uma consulta na sua casa - a Floresta Selvagem e Feroz - para o dia seguinte. A sábia árvore tinha deixado ao rapaz apenas uma recomendação: que não temesse as criaturas selvagens e ferozes que habitavam a floresta, pois estas não faziam mal…
Pondo-se a caminho, e relembrando o conselho da Árvore, o rapaz logo encontra um terrível dragão que lhe dá preciosas indicações sobre o caminho, uma aranha de patas peludas que tricotava cachecóis e lhe desejou uma boa viagem, e uma bruxa malvada que até acaba por lhe oferecer uma abóbora do seu quintal.



Uma belíssima fábula de Mathilde Stein e Mies van Hout sobre a confiança, que nos prova que a coragem reside, afinal, na nossa própria capacidade de enfrentar os diferentes medos e ultrapassá-los.

(Sugestão de leitura em colaboração com a Livraria Cabeçudos) 


Conta-me Histórias - Lobo Grande e Lobo Pequeno

27.6.14



Era uma vez um lobo grande que desde sempre vivia debaixo de uma árvore, sozinho no cimo da colina.
Até que um dia ele vê surgir ao longe um lobo pequenino, que logo se aproximou, sentando-se também à sombra da grande árvore. Veio a noite, e o lobo pequeno continuava ali. Na manhã seguinte, ainda estava lá… E o lobo grande, desde sempre solitário, sentia-se algo intimidado com esta pequena companhia inusitada, que o seguia para todo o lado. Mas ao regressar de um passeio na floresta, o lobo grande descobre que está novamente sozinho e repara que seria capaz de esperar por muito tempo o regresso do seu amigo, por muito mais tempo do que alguma vez teria imaginado...



Uma história sobre a força da amizade que vence barreiras e a importância dos pequenos gestos, vivamente ilustrada por Olivier Tallec.

(Sugestão de leitura em colaboração com a Livraria Cabeçudos) 

Conta-me Histórias - Tino

20.6.14


Tino é um pequeno pinguim que não aceita o seu destino. Cansado do frio e do azul cristalino do polo onde vive, ele sonha com o calor acolhedor do deserto e decide partir sozinho para o outro lado do mundo. Tino navega no seu barco esquimó, e rapidamente chega à cidade de Argel, onde compra um velho camelo que o leva até ao coração do deserto. Mas a imensidão das dunas cedo se revela mais solitária do que Tino tinha imaginado… e ele anseia por regressar para junto da sua família. Será que vai conseguir?



As rimas de Miguel Salas transformam o texto numa aventura musicada plena de humor,  que promete captar a atenção dos mais pequenos. Nas ilustrações, os jogos de cor de Paolo Domeniconi, que tão bem nos conduzem nesta viagem fantástica, são quadros que se estendem pelas páginas,  levando-nos pelas nas noites frias do deserto, guiados pela curiosidade de conhecer novos lugares.

(Sugestão de leitura em colaboração com a Livraria Cabeçudos) 

Conta-me Histórias: Com o Tempo

13.6.14

A Planeta Tangerina presenteia-nos com o seu novo livro: Com o Tempo.



Todos sabemos: as coisas mudam com o tempo. E há factos evidentes que não podemos contornar. Os tapetes perdem a cor, as bolachas ficam moles, as batatas grelam e a franja cresce.
Mas, de entre todas as certezas, o tempo abre espaço ao livre incerto da possibilidade, pois com o tempo descobrimos que um passeio se pode transformar numa viagem, um carreiro numa estrada ou algo pequeno em algo gigante.



E o tempo até pode ser rei, mas será sempre um rei principiante, que muito deixa a decidir. E para quem estiver atento, muito haverá a dizer até à última palavra.



Porque para lá do tempo que passa, há o que pode ficar (e fica) com o tempo. 

(Sugestão de leitura em colaboração com a Livraria Cabeçudos) 



Conta-me Histórias - Estava a Pensar...

6.6.14


“Uma vez, numa manhã, como a de hoje, tu disseste Bom dia mas eu não disse nada
Porque estava a pensar…”




Estava a pensar… é um voo livre pela mente de uma criança.



Uma mente que viaja, e se detém, para de novo se lançar na imaginação sem nunca se perder, mas por vezes quieta e muda “como nada para dizer e nada para fazer quando está a chover".
Uma viagem que nos leva por “todas as partículas de pó que flutuam e brilham à luz do sol” até “ribeiros e coisas frescas como seixos lisos e pedrinhas” onde tudo existe e acontece neste mesmo momento, e como escolher?


Como responder a todo o instante às exigências do mundo? Por ora, as suas ordens compassadas, e as suas regras apressadas vão ter mesmo de esperar.
Porque Estava a pensar... é uma reticência num mundo de pontos finais.
A declaração de algo secreto que sempre esteve a descoberto, o mais belo pedido de desculpas que se possa imaginar, aquele sem nada a desculpar.
E o pretexto perfeito para mergulhar e voltar a maravilhar-nos, até no que nunca vimos.

(Sugestão de leitura em colaboração com a Livraria Cabeçudos) 

Conta-me Histórias - O Meu Balão Vermelho

30.5.14

Cá está a nossa sugestão de leitura semanal. O Meu Balão Vermelho.

Um livro que os pequenitos vão gostar e que pode proporcionar ótimos momentos em família.



Numa bela manhã, uma menina espera o autocarro para ir para a escola. Consigo leva um presente muito especial, o seu balão vermelho.
Mas, durante a viagem, o balão solta-se da sua mão, e esvoaça para longe. Com a preciosa ajuda do motorista, os passageiros – o urso, o coelho, o pinguim, o elefante e a girafa – partem par tentar alcançá-lo.


O tempo passa, e o balão segue à deriva por entre árvores e nuvens, até que vai de encontro ao bico de um pássaro, e rebenta.
É então que, percebendo a tristeza da menina, os seus amigos a ajudam a encontrar naquele final de tarde… um achado inesperado!


Kazuaki Yamada é o inventor desta história, bem como da sua ilustração, e através dela acompanhamos a viagem do balão pela vastidão de paisagem, e também nós atentamente o seguimos esperando detê-lo.
Mas algo de misterioso acontece nas últimas páginas, inundadas de cor, aquecidas pelo sol, ou não fosse este um livro sobre a importância de diferentes olhares e perspectivas, e de como a aparente perda nos pode conduzir à descoberta das mais belas surpresas da vida.

(Sugestão de leitura em colaboração com a Livraria Cabeçudos)


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